40 dias a bordo do Atego 2430:

dez destinos e muitas histórias para contar.



Diário de Bordo

Clique nos ícones abaixo para conferir as melhores histórias da nossa Expedição.

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São José dos Pinhais |
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Campinas |
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São Bernardo do Campo |
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No tapetão, rumo à São José dos Pinhais.

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Mercedes-Benz Caminhões | Expedição Vozes do Futebol.

Primeira parada: São José dos Pinhais - PR

No dia 15 de março, a Expedição Vozes do Futebol partiu da fábrica da Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo rumo à São José dos Pinhais. Pelo trajeto, nada de moleza. Engarrafamento, chuva intensa e 9 horas de viagem. Mas tudo isso foi superado graças à nossa cautela e ao valente Atego 2430 - que chamou a atenção por onde passou.

O primeiro destino rendeu uma bela entrevista com a pequena Manuella e seu pai, Guido Olivan. Os dois compartilham do mesmo sonho: tornar a garota uma grande jogadora de futebol. Ela tem talento e, com o apoio do pai, estão no caminho do gol.

Ocorreu, ainda na cidade paranaense, um evento especial no concessionário Savana. Dezenas de clientes e seus familiares participaram e conheceram mais sobre o nosso projeto. Foi incrível!

Por fim, fizemos algumas gravações com a Revista Veja, registramos cada momento da primeira etapa desta aventura e, no dia 18 de março, seguimos pela Rodovia Régis Bittencourt até Campinas, o nosso próximo destino.

Campinas, Senhor Pontes e muitas histórias - SP

A segunda parada da Expedição Vozes do Futebol reservou muitas histórias sobre o esporte mais popular do Brasil. Muitas, mesmo. São mais de cinco décadas para contar, sendo mais exato.

A bordo do incansável Atego 2430, fomos até a Livraria Pontes, a única do Brasil dedicada ao esporte do 11 contra 11. Quem a fundou há 50 anos e segue firme à frente do negócio é o Senhor José Reinaldo Pontes.

Ele conta que tudo começou com um livro vendido sobre a história da Ponte Preta. Aquilo, seguido de outros casos, foi despertando o seu interesse em se especializar em publicações do mundo do futebol.

Hoje, a Livraria Pontes abriga milhares de exemplares e tem clientes fiéis espalhados no Brasil e no mundo. Senhor Pontes garante: pode ligar e pedir o livro que for. Se ele não tiver em suas prateleiras (o que é difícil), ele dá um jeito de arrumar. Tudo pela clientela. Tudo pela história do futebol.

Primeira semana de viagem completa e a nossa equipe chegou em Goiânia para mais uma parada da Expedição

Localizada no Planalto Central e criada em 1933, Goiânia é uma das poucas capitais planejadas do país - juntamente com Salvador, Belo Horizonte e Aracaju, que também será visitada pelo Atego oficial da Expedição.

Após a nossa passagem pela segunda parada da Expedição, Campinas, o comboio fez um pit stop em Itumbiara, de onde às sete horas da manhã do dia 23/03, saiu rumo a um dia bem tranquilo de estrada, chegando a Goiânia, nossa terceira parada, por volta das treze horas do mesmo dia.

No trajeto da chamada Transbrasiliana (BR-153) uma chuva ajudou a segurar o calor. A rodovia passa por oito estados brasileiros e é uma das maiores e mais importantes do país, sendo responsável pela integração de diversas de nossas regiões econômicas.

Ao chegar em Goiânia, o nosso bruto – sempre seguindo as recomendações de entrada em meios urbanos – fez um tour por alguns pontos da cidade, participou da gravação de mais um capítulo de uma das histórias de caminhoneiros com futebol que irão ao ar em nosso Facebook e YouTube a partir de 21/04 e logo foi para a concessionária Goiás Caminhões, onde durante todo o dia seguinte, 24/03, pôde ser visitado pelos clientes, que também aproveitaram para fazer test-drive e conferir preços especiais de peças, serviços e Consórcio Mercedes-Benz.

Três estados e 22 horas depois.

No dia 25/03 a nossa equipe começou o trajeto que saiu de Goiânia e tinha como destino Marabá, no Pará. Gurupi, localizada no sul do estado do Tocantins, é o primeiro pernoite da Expedição nesse trecho. Para chegar lá, nossa equipe continuou seguindo pela BR-153, pelos caminhos da famosa Belém-Brasília.

O comboio saiu de Goiânia por volta das sete horas da manhã e encontrou uma estrada bem movimentada, com muitos caminhões. A paisagem, cada vez mais diferente, era composta de pastos e plantações de soja, exemplificando a força econômica da região.

Após um almoço próximo a Uruaçu (GO), a Expedição seguiu por mais algumas horas até parar mais uma vez para um cafezinho e a possibilidade de esticar as pernas e descansar do trecho – afinal, este é um dos dias mais longos da nossa viagem. A chuva encontrou nossa equipe na perna final do trajeto, e nosso motorista inclusive, parou para auxiliar na troca do pneu de um carro que estava parado no acostamento! Expedição também é solidariedade J Gurupi finalmente foi avistada na final da tarde. A noite é para descanso, já que a acordamos cedo no dia seguinte para continuar no caminho até Marabá (PA).

No dia seguinte, a Expedição Vozes do Futebol continuou firme em direção a Marabá, acordando cedo para pegar a estrada rumo a Araguaína (TO). É a última parada antes da chegada ao destino paraense.

Depois de quase dez horas de viagem, uma passagem pelo posto de controle da Polícia Rodoviária Federal e uma parada para almoço, o comboio chegou em Araguaína para descanso merecido. A noite ficou por conta da preparação para o dia seguinte, quando o Atego vai enfim cruzar a divisa Tocantins/Pará e chegar em mais uma parada da Expedição.

Marabá, chegamos!

Enfim, a Expedição Vozes do Futebol chega em sua próxima parada. Foram três dias de viagem, dois pernoites e quase 1.500 quilômetros percorridos entre Goiânia e Marabá.

Ao longo do trajeto, o Cerrado vai ficando para trás e a vegetação, cada vez mais verde, deixa o caminho bonito. A chuva dos últimos dias deu lugar ao sol e ao calor forte. Depois de uma parada para o almoço em uma das muitas churrascarias de beira de estrada da região, a equipe chegou enfim em Marabá, no Pará, à tarde para um bom descanso antes do início das atividades na cidade.

A cidade paraense é a parada mais a oeste da Expedição Vozes do Futebol. A localização de Marabá é privilegiada: ela é o ponto de encontro dos rios Tocantins e Itacaiúnas. Ela sempre teve destaque no cenário econômico do Norte do país e, hoje, é considerado o centro da chamada fronteira agrícola Amazônica - região que é a maior produtora de commodities da Amazônia brasileira e que por esse e tantos outros motivos recebeu, ao longo de sua história, imigrantes de diversos estados do país e também de países árabes como Líbano, Palestina e Síria.

Aguarde novidades da Expedição Vozes do Futebol, com mais histórias a bordo do incansável Atego.

Nem o feriado para esta Expedição!

A Semana Santa foi sinônimo de estrada para a Expedição Vozes do Futebol. Durante os três dias do feriado prolongado, nossa equipe percorreu os cerca de 1 500 quilômetros que separam Marabá, no Pará, de Fortaleza, no Ceará. A capital cearense é o destino mais ao norte da Expedição, que, assim, chega em sua metade.

Nossa equipe saiu por volta das sete da manhã de Marabá. A decisão de sair cedo compensou: impossibilitados de seguir pelo trajeto previsto inicialmente, o comboio decidiu reajustar a rota, aumentando em 200 quilômetros a distância total do dia. O Atego chegou no fim da tarde em Barra do Corda, no Maranhão.

O dia seguinte foi bem mais longo: 16 horas de viagem foram necessárias para cumprir a distância entre o município e a cidade de Sobral, já no Ceará.

Para chegar lá, a Expedição percorreu um trecho da famosa Rodovia Transamazônica, no Piauí. Em um pedaço de estrada de terra, nossa equipe passou por várias casas de pau a pique e parou para comer em um restaurante que servia um cardápio bem eclético: buchada de boi, panelada, peixe e porco frito.

Depois do almoço divertido, o comboio enfrentou mais algumas horas de estrada e muito calor até chegar em Sobral. Na manhã seguinte, uma viagem mais tranquila: o trajeto até Fortaleza, perto das aventuras dos dias anteriores, foi até curto - pouco menos de 300 quilômetros. A equipe parou para almoçar em um restaurante de fogão a lenha, que usava as tradicionais panelas de barro para preparar a comida.

A Expedição agora fica em Fortaleza por mais alguns dias para realização de evento no concessionário Ceará Diesel e produção de materiais sobre caminhão e futebol para as revistas Veja, Exame e Quatro Rodas. Depois dessa intensa programação, seguiremos o caminho pelo belo litoral nordestino rumo à nossa próxima parada: Recife. ;D

Começa a segunda metade da Expedição!

Depois da parada em Fortaleza, a Expedição Vozes do Futebol parte agora para a segunda metade da viagem. O Atego segue pelo litoral brasileiro para continuar sua jornada pelo Brasil.

Da capital cearense, o comboio seguiu em direção a Jaboatão dos Guararapes, município localizado no estado de Pernambuco. Para cumprir os mais de 800 quilômetros de distância entre as duas cidades, foram necessários dois dias e um pernoite em Macaíba, no Rio Grande do Norte.

Nos dois dias, o caminhão fez menos paradas, buscando aproveitar a estrada mais tranquila para diminuir o tempo de viagem. O cenário já dá claros sinais da proximidade com o mar – uma grande mudança dos dias passados na região central do Brasil. No caminho entre o Rio Grande do Norte e Pernambuco, o grande destaque ficou por conta do almoço: o restaurante escolhido servia filé de bode e coxinha de faisão, opções que surpreenderam e agradaram quem nunca tinha experimentado os tipos diferentes de carne.

A importância de Pernambuco para o Brasil vem de longa data. O estado, famoso pela música, pela cultura e pelas praias paradisíacas (não é à toa que Fernando de Noronha é um dos destinos turísticos mais procurados do país!), foi um o primeiro polo econômico brasileiro, devido à extração do pau-brasil e o desenvolvimento de plantações de cana-de-açúcar. Até hoje, Recife é a concentração urbana mais populosa da região Norte-Nordeste.

A economia pernambucana é movimentada por diversos tipos de atividades. Ao mesmo tempo, o estado tem investimentos nos setores naval, automobilístico, petroquímico, farmacêutico e biotecnológico. Está também entre os maiores produtores de frutas como acerola, goiaba e uva e é o terceiro maior produtor de flores do país. Outro destaque importante é o Porto Digital, em Recife, que abriga mais de 200 empresas e é o maior polo tecnológico do Brasil. Toda essa produção é movimentada ao longo de dezenas de rodovias e dois portos marítimos.

A BR-101, que atravessa o estado de norte a sul, é a rodovia mais extensa do país. Do Rio Grande do Norte, onde se inicia, a estrada passa por doze estados até chegar em seu ponto final, no Rio Grande do Sul. É... nosso Atego e a Expedição Vozes do Futebol ainda vão seguir por muitos quilômetros nessa estrada! Não perca nenhum lance dessa história – continue nos acompanhando por aqui!

Vozes do Futebol

A Expedição Vozes do Futebol segue seu trajeto. Depois de chegar no ponto mais ao norte do roteiro – Fortaleza, no Ceará – o Atego começou sua descida pelo litoral do Brasil. Depois de uma parada em Aracaju, no Sergipe, é a vez da Bahia.

Na saída de Aracaju, a expedição passou pelo Largo da Gente Sergipana para conhecer oito esculturas recém-instaladas que representam diversos aspectos do folclore do estado: Lambe Sujo e Caboclinhos, Cheçanga, Cacumbi, entre outras figuras, estão localizadas bem na frente do rio Sergipe.

O destino final dessa perna é Vitória da Conquista, cidade que fica quase na divisa com o estado de Minas Gerais. Mas, até chegar lá, foi necessário um pernoite em Feira de Santana, município localizado a pouco mais de 100 quilômetros de Salvador.

Feira, que também é conhecida como o “Portal do Sertão”, é a segunda maior cidade da Bahia e a sexta maior de todo o interior do Brasil. Com quase 630 mil habitantes, tem uma população maior do que oito capitais estaduais, fato que exemplifica a importância da cidade para a região e o país. Para se ter ideia, foi a primeira cidade brasileira a contar com um plano diretor. A cidade é uma força industrial e comercial, sendo o único município do interior do Nordeste a apresentar um PIB acima dos dez bilhões de reais.

No caminho para chegar até Feira de Santana, a Expedição pôde vislumbrar mais um dos inúmeros tipos de vegetação existentes no país. Isso porque esta região compreende o famoso Agreste brasileiro, uma zona de transição entre o Sertão e a Zona da Mata que é lar de uma vegetação mista: ao mesmo tempo em que representa uma parte da Caatinga, também apresenta regiões mais úmidas, como os brejos.

De Aracaju a Feira de Santana, o Atego seguiu pela BR-101, a estrada-símbolo do Brasil, encontrando em seu caminho pouco trânsito – apesar da grande quantidade de caminhões. Ao longo da estrada, o cheiro de jaca (sim, a fruta!) era uma constante, graças à quantidade de árvores e vendedores da fruta. O umbu, tradicional da Caatinga, também esteve presente na beira de estrada e como o suco para acompanhar o almoço da equipe.

Após cruzar a divisa com a Bahia, o comboio encontrou as obras de duplicação da rodovia. Tratores e equipamentos pesados de construção não atrapalharam o trânsito, mas fizeram parte do cenário até quase o destino final. Nossa equipe descansa da viagem em Feira de Santana e, logo em seguida, parte para Vitória da Conquista.

Nesta cidade, em que nossa Expedição encerra sua jornada pelo Nordeste brasileiro, ocorreu um evento no concessionário Comveima. Além de conhecer o caminhão oficial da Expedição, os convidados puderam aproveitar condições especiais para o Atego 2426.

De Feira de Santana até Vitória da Conquista

Continuando seu percurso, a Expedição Vozes do Futebol atravessou o estado da Bahia para chegar em seu próximo destino: a cidade de Vitória da Conquista.

Para tanto, o comboio andou pela BR–116, em um trecho também conhecido como Rio-Bahia. É uma estrada que fascina os caminhoneiros da região, pois é a estrada que os liga ao sudeste do país. No entorno, já é possível perceber que a Expedição está saindo da Caatinga e indo em direção à Mata Atlântica. É uma vegetação de transição que, nesse dia, foi agraciada com uma chuva fraca, mas que durou o dia inteiro.

Nas paradas do meio do caminho, nossa equipe encontrou muitos “chapas”, as pessoas que ajudam os caminhoneiros. Eles ficam sentados no chão, aguardando pacientemente o próximo motorista chegar para começar o seu trabalho. Muitas bancas de frutas apresentam as comidas típicas da região, como caju, seriguela e fruta-do-conde. Outras barraquinhas vendem artesanato, recipientes de barro, chapéus de palha e pimenta.

No final do dia, o Atego enfrentou a serra para chegar até Vitória da Conquista, que está a pouco menos de mil metros acima do nível do mar. Por causa da altitude elevada, a cidade tem um clima mais ameno e é conhecida como a “Suíça Baiana”. Lar da terceira maior população da Bahia, a cidade abriga também uma série de micro-indústrias, que produzem diversos tipos de produtos. A agricultura é também chave para a economia local, com destaque para o plantio de café.

A Expedição Vozes do Futebol fica por três dias na companhia dos conquistenses. A próxima parada, a penúltima da jornada do Atego pelo Brasil, é em Cariacica, no Espírito Santo.

Atego conquista a cidade de Vitória da Conquista

No trajeto entre Goiânia, em Goiás, e Marabá, no Pará, a Expedição Vozes do Futebol encontrou um personagem cuja história representa tão bem a relação que os caminhoneiros têm com seus veículos que merece ser contada em uma edição especial do Diário de Bordo. Conheçam o Seu Lourenço:

“A minha carteira é de 1961. Tem 29 anos que eu comprei esse caminhão. O nome dela é Mariposa, porque ela gosta de andar mais à noite – mas eu dirijo toda hora. Tenho 81 anos e não pretendo parar. Fico mais tempo na estrada do que em casa. Meus dois meninos falam para eu parar, mas esse caminhão é minha companheira. Não adianta, o cara pode me oferecer para vender outra coisa, mas eu falo que não, vou ficar com a minha Mercedinha mesmo. É boa, confortável, boa de freio.

Quando eu a comprei, ela já tinha muitos anos – é de 1968. Nunca mexi na cabine. Eu rodo mais na Transamazônica e ela não dá problemas, todo mundo sabe mexer em Mercedes. Na estrada a Mariposa nunca quebrou, eu vou para Santarém, subindo e descendo serra e ela nunca me deixou na mão. Você me pergunta “por que Mercedes?” e eu te falo, Mercedes é a dona da estrada, não fica pelo caminho.

A minha média é de mais ou menos 500 quilômetros por dia. Se a estrada estiver boa eu vou embora, mas essa estrada de Transamazônica é mais difícil. Aí é serra, subindo e descendo. A vida é brava, as estradas não são boas. A lataria está feia, mas eu amo a minha Mariposa.”


Rumo ao Espírito Santo

A Expedição Vozes do Futebol saiu do sul da Bahia em direção à sua penúltima parada: a cidade de Cariacica, no Espírito Santo. Para enfrentar os mais de 800 quilômetros de distância, o comboio passou dois dias na estrada, pernoitando em Governador Valadares, em Minas Gerais.

A equipe saiu de Vitória da Conquista cedo, por volta das nove horas da manhã. O trânsito e a grande quantidade de caminhões na Rio-Bahia, além da chuva, tornaram o avanço mais lento do que o comum: por muito tempo, a velocidade do Atego ficou em torno dos 40 a 50 quilômetros por hora. Muitos carros fazendo ultrapassagens, o que exigiu atenção redobrada.

Na divisa entre a Bahia e Minas Gerais, a rodovia cruza a cidade de Divisa Alegre. Muitos carrinhos e vendedores ambulantes esperam os viajantes na beira na estrada, oferecendo queijo cabacinha, mel, manteiga de garrafa, objetos de madeira e artesanatos. Em Minas, a vegetação densa, perto da estrada dá lugar a vales verdes e belos horizontes. As famosas montanhas da região enchem a rodovia de curvas.

Perto de Pedra Azul, é possível observar frases – em sua maioria de cunho religioso – escritas nas montanhas de pedra, muitas delas destinadas aos caminhoneiros. O trânsito voltou com tudo na região de Teófilo Otoni, onde também foi possível observar quilômetros de lojinhas oferecendo flores. A equipe chegou em Governador Valadares já à noite para um descanso rápido.

Na manhã seguinte, a Expedição saiu no meio da manhã em direção a Vitória, capital do Espírito Santo. O cenário mudou mais uma vez: o Atego saiu da BR-116 e entrou na BR-259. Embora seja uma estrada menor, o cenário é muito bonito, com muitas curvas, montanhas e vegetação bem verde.

Perto de Galileia, a estrada se aproxima do famoso Rio Doce, que dá um novo charme para a viagem. A equipe, inclusive, aproveitou para almoçar em um restaurante na beira do rio. Em alguns momentos, a estrada e o rio também ganham a companhia da estrada de ferro, sempre ocupada pelos trens carregados de minério de ferro – cuja exploração é uma das principais atividades econômicas da região. Vitória, por exemplo, é um dos principais portos de exportação de minério do país.

A estrada continua sinuosa até a divisa com o Espírito Santo. O trânsito, por sua vez, dá uma trégua, permitindo uma chegada mais tranquila em Cariacica. O caminhão fica por três dias na cidade, que é considerada um elo entre o litoral e a região serrana do estado.

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Ep1 "Tal pai, tal filha...menos em uma coisa"

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Ep2 "Mulheres no volante"

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Ep3 "Prato do dia: caminhão e futebol

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Ep4 "Saudade, estrada e futebol”

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Ep 05 Unidos pelo caminhão, separados pelo futebol

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Ep 06 Itabaiana, a capital nacional do caminhão

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Grupo Abril

ARTILHEIRO DA ESTRADA

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Robusto, versátil e econômico, o Atego 2430 cruzou as estradas brasileiras em um  roteiro de 40 dias e foi a grande estrela da Expedição Vozes do Futebol

Fotos: Alexandre Battibugli e João Castellano 

COM MAIS DE OITO MIL QUILÔMETROS percorridos por 15 estados brasileiros, a Expedição Vozes do Futebol buscou histórias de profissionais da estrada ligadas ao mundo do esporte a bordo do Atego 2430, semipesado conhecido no mercado pela força e robustez – características indispensáveis tanto para um caminhão de transporte como para um artilheiro que domina a grande área.

Motoristas de todo o Brasil conheceram todas as qualidades do Atego, como a versatilidade: ele recebe vários tipos de implementos e oferece, além de desempenho na estrada, agilidade nos centros urbanos. Mas o destaque que salta aos olhos de frotistas e autônomos é a economia de combustível, um dos principais itens em planilhas de custos do segmento de transporte.

ECONOMIA E SUSTENTABILIDADE

Principal responsável pelo baixo consumo do Atego, a tecnologia BlueTec 5 permite o tratamento dos gases expelidos pelo motor dentro do catalisador, antes de serem lançados na atmosfera, proporcionando economia em torno de 5%. “Com o BlueTec 5 vamos além do simples cumprimento legal da norma de emissão de gases. Ajustamos o motor para obter a combustão em seu ponto ótimo de consumo e desempenho, ao mesmo tempo em que o catalisador reduz o nível de emissão de óxidos de nitrogênio”, explica Marcos Andrade, Gerente de Marketing da Mercedes-Benz Caminhões. “Unimos força, economia e sustentabilidade”, completa.

Mas como o tratamento de gases gera economia de combustível? Graças a esse sistema, o motor pode ser configurado para gerar uma queima mais eficiente, reduzindo o consumo.

ALIADOS ELETRÔNICOS

O avanço dos sistemas computadorizados também contribui para a eficiência do Atego. Com transmissão e processamento de dados mais rápidos, motor e câmbio trabalham em sincronia. O fato da Mercedes ser a fabricante do trem de força e do sistema eletrônico faz com que seu desenvolvimento e integração sejam perfeitos para cada produto. O câmbio automatizado PowerShift 2 ganhou sensor de inclinação, que informa se o caminhão está em um aclive ou declive e altera o gerenciamento das mudanças de marcha, evitando trocas desnecessárias.

O mesmo sensor ajuda o piloto automático a dosar a aceleração em descidas, prevendo o aproveitamento da gravidade. A eletrônica ainda permite, em situações favoráveis, o desacoplamento completo da transmissão de forma segura e controlada, usando a inércia para manter o caminhão em movimento sem gastar combustível, e também que o câmbio pule uma marcha, tanto para cima, como nas reduções, se as condições forem adequadas. E, como motoristas muito experientes ainda podem ser mais eficientes que um robô, a qualquer momento é possível assumir o controle das trocas de marcha. Tudo em nome da economia de combustível.

TELEMETRIA 24/7

O Fleetboard é o serviço de rastreamento e gerenciamento de frota da Mercedes-Benz, que faz monitoramento em tempo real e pode efetuar bloqueio do caminhão à distância, além de gerar avisos de manutenção. O gestor ainda tem acesso remoto a relatórios completos e, assim, pode identificar melhorias para economia de combustível – por exemplo, evitar  situações em que o motor fique ligado desnecessariamente ou identificar os motoristas mais eficientes, elegendo padrões de direção e criando manuais de boas práticas.

Grupo Abril

CAMINHÃO E FUTEBOL, UMA PARCERIA DE PESO

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Expedição Vozes do Futebol vai percorrer as estradas das cinco regiões do país para mostrar histórias do esporte que é parte essencial do Brasil

O BRASILEIRO NÃO VIVE SEM FUTEBOL. Vai ao estádio, torce em casa, conversa no bar, discute com o cunhado, cultua craques. O Brasil não vive sem caminhão. Escolheu as rodovias para transportar sua riqueza, tem a quinta maior frota do planeta e conta com uma das mais pujantes indústrias de veículos pesados do mundo.

Aos seus respectivos modos, futebol e caminhão são parte do imaginário popular nacional. A busca pela relação improvável entre esses dois ícones da nossa cultura fez nascer a expedição Vozes do Futebol. A bordo de um Mercedes-Benz Atego, vamos rodar o País por 40 dias para contar histórias muito particulares nas quais futebol e caminhão se entrelaçam em um esquema tático bem montado.

Mais de oito mil km,  40 dias: vamos em busca da paixão pela bola

A partida vai acontecer na fábrica da Mercedes em São Bernardo do Campo, de onde o Atego parte rumo a São José dos Pinhais, no Paraná. Será o primeiro trecho de uma jornada prevista para durar 8702 km, que passará por 15 estados nas cinco regiões brasileiras e municípios de todos os tipos e tamanhos – de Goiânia e Fortaleza a Gurupi e Barra do Corda. Estão planejadas 10 paradas principais em cidades onde a expedição passará cerca de 48 horas e o caminhão será recebido por concessionários da marca. A ideia é ir longe para mergulhar no universo dos caminhoneiros e desvendar a essência futebolística que move muitos deles.

A escolha do Atego como caminhão oficial da viagem tem razões relevantes (veja box abaixo). A versatilidade do semipesado da Mercedes permitiu transformá-lo num estúdio itinerante onde nossa equipe produzirá entrevistas e fotos. Ao mesmo tempo, sua economia e robustez são garantia para enfrentar a estrada com custo baixo e sem risco de atraso. Você vai poder acompanhar tudo isso – as histórias do futebol e as aventuras do Atego – nas páginas, site e redes sociais da VEJA e da Mercedes -Benz. Siga-nos por esse caminho!

Ele joga em todas as posições

Vozes do Futebol precisava de um veículo acima de tudo versátil: preparado para superar grandes distâncias rodoviárias, enfrentar estradas de terra e, ao mesmo tempo, circular pelos trechos urbanos que fazem parte do roteiro. A missão caberá ao Mercedes-Benz Atego, referência nesses quesitos. Configurado de acordo com a demanda do cliente, ele também trouxe itens relevantes que garantiram maior capacidade de carga, eficiência e a cabina mais confortável do segmento.

Motor

Consagrado no mercado, o OM 926 LA tem 6 cilindros, 7,2 litros, 286 cavalos e 1250Nm de torque. É sinônimo de desempenho, durabilidade, manutenção simples e consumo baixo.

Conforto

O câmbio Mercedes-Benz  Power-Shift é automatizado. Dispensa pedal de embreagem, elimina esforços para troca de marchas e garante segurança e economia.

40 dias, 5 regiões

Entre paradas curtas e longas, a Expedição Vozes do Futebol vai percorrer 8000 km de estradas brasileiras. Confira as principais paradas prevista no roteiro

São José dos Pinhais: 16/03

Campinas: 20/03

Goiânia: 23/03

Marabá: 29/03

Fortaleza: 03/04

Jaboatão dos Guararapes: 06/04

Aracaju: 10/04

Vitória da Conquista: 13/04

Cariacica: 18/04

São Gonçalo: 20/04

Grupo Abril

A INCRÍVEL HISTÓRIA DO CAMINHONEIRO QUE VIROU CRAQUE

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O atacante Marquinhos Cambalhota está encerrando uma carreira  bem-sucedida no futebol. O destino dele poderia  ter sido bem diferente:  antes de virar profissional, ele ganhava a vida dirigindo carretas

Texto TIAGO CARDOSO  Fotos ALEXANDRE BATTIBUGLI

HÁ MUITAS HISTÓRIAS DE JOGADORES que, aposentados, escolheram o caminhão como forma de ganhar a vida. Mas poucos, pouquíssimos aliás, fizeram o caminho inverso: saíram da boleia para brilhar no gramado. A cidade de Curitiba, no Paraná, foi cenário de uma das mais incríveis dessas trajetórias. E Marquinhos Cambalhota, o personagem principal.

A trajetória de Marcos Gomes Araújo do caminhão para a bola foi tão sinuosa como uma subida de serra. Desde os 10 anos ele participava  da escolinha infantil do Operário, clube tradicional de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. De repente, aos 14 anos, desistiu da rotina de treinamentos. Preferia acompanhar o pai, caminhoneiro, que vivia atravessando o Brasil. Pai e filho se desentenderam por causa  da decisão. “Ele me dizia, ‘não faz isso, fica na bola’. Mas depois percebeu que não tinha jeito. Eu gostava mais de andar no caminhão com ele do que de treinar”, lembra Marquinhos.

Acontece que o menino não treinava, mas ainda jogava. Sempre que chegava de viagem a tempo de entrar em campo, era escalado como titular. “Eu ia direto para o jogo e ainda brigava pela artilharia do campeonato”. Essa foi a rotina de Marquinhos, até que ele completou 18 anos. Daí largou o futebol de vez e arranjou emprego numa transportadora. Estava decidido a seguir a profissão do pai. Com apenas seis meses de carreira, no entanto, brigou com os chefes por causa de um pneu furado. Perdeu a vaga na empresa. Só então, finalmente, decidiu seguir o plano B e tentar a sorte nos gramados. Já estava um tanto velho para começar a participar de peneiras para jogar em clubes profissionais, mas não se incomodou. Afinal, tinha oito anos de experiência em campo, fora uma infância inteira jogando pelada nas duas cidades onde passou a juventude: primeiro Rio Brilhante, depois Campo Grande – antes de ser caminhoneiro e mudar para a cidade grande, o pai trabalhava em fazendas, ajudando na criação dos animais.

CARTÃO VERMELHO

“Fui fazer teste no Tupã, Novorizontino, e nada. Até que surgiu uma oportunidade no Operário de Ponta Grossa, no Paraná”, ele lembra. “Fomos em 11 meninos, de ônibus, e só ficou eu. Foi talento, mas também foi sorte, foi Deus.” Marquinhos passou três temporadas no Operário-PR, entre 1997 e 1999. Disputou 40 jogos, fez 37 gols e chamou a atenção do Coritiba. E foi em um Atletiba em pleno Couto Pereira, o estádio do Coxa, que ele se tornou Marquinhos Cambalhota.

Era o maior clássico do estado, contra o Atlético Paranaense. Enquanto se posicionava na área para receber um cruzamento, o  atacante ouviu uma provocação do goleiro rival. “Ele me disse que eu só fazia gols contra times pequenos.” Poucas jogadas depois, Marquinhos deu o troco. Recebeu na entrada da pequena área e bateu de primeira, deslocando o goleiro rubro-negro. Na comemoração, deu uma cambalhota na frente do rival. Foi expulso, mas ganhou o apelido e a admiração da torcida. A partir daquele momento, por muitos anos, passou a comemorar seus gols com cambalhotas.

ÍDOLO NO JAPÃO

Depois de marcar 27 gols pelo Coritiba, Marquinhos foi negociado com o Verdy Tokyo, do Japão. Começaria então seu melhor momento na carreira. Entre uma mudança de clube e outra, acumulou dez anos no país, incluindo um período de três anos e 59 gols pelo Kashima Antlers, time que teve Zico como craque e técnico. Fez dupla de ataque com Edmundo, foi campeão nacional quatro vezes, além de vencer uma Copa do Imperador e duas Supercopas do Japão. Em 2008, foi artilheiro e melhor jogador do campeonato. O cabelo comprido, a objetividade dentro da área e as munhequeiras verdes e amarelas haviam se tornado uma marca registrada, imitada por crianças que queriam seguir os passos do brasileiro. Ele havia se tornado um ídolo no país.

Em 2011, Cambalhota foi para o Vegalta Sendai, de Fukushima. Vivia ali quando o tsunami atingiu a cidade. “Eu nunca tinha visto uma coisa daquelas e não queria correr o risco de ver de novo.” Tinha 34 anos e vinha pensando em retornar ao futebol nacional já fazia algum tempo. Fukushima deu o impulso que faltava. Foi negociado com o Atlético Mineiro e voltou, mas não engrenou. “Não deu certo. Eu me machuquei, não joguei, fiquei meses sem receber. Aí os japoneses me chamaram de volta e eu aceitei.” Nessa segunda passagem, fez 26 gols pelo Yokohama Marinos e outros 43 pelo Vissel Kobe.

De volta ao Brasil, em 2014, Marquinhos retomou um antigo projeto. “Tinha o sonho de comprar um caminhão. Então montei uma transportadora com meus irmãos.” Pouco depois, no entanto, mudou de ramo.

Comprou uma fazenda em Alvorada do Sul, gerenciada pela família. Passa boa parte do tempo na propriedade – no resto da semana, volta para Bataguassu, sua cidade natal. “Hoje, posso viver com tranquilidade.” Mas ele ainda não se considera um ex-jogador. Mesmo aos 41 anos, está procurando uma oportunidade final no Japão. “Quero disputar uma última temporada. Se não, ao menos uma partida de despedida.” Depois disso, o ex-caminhoneiro e, aí sim, ex-jogador pretende se estabelecer, definitivamente, como fazendeiro.

EXPEDIÇÃO VOZES DO FUTEBOL

A Mercedes-Benz está rodando as 5 regiões  do Brasil para escutar grandes histórias  da maior paixão nacional: o futebol

Trecho 1: São José dos Pinhais --> Campinas

A bordo de um Atego, o caminhão mais resistente do Brasil, a equipe Mercedes rodou o prmeiro trecho de uma jornada por mais de 8 mil kms de estradas nacionais. Acompanhe todos os detalhes dessa viagem nas páginas e redes sociais de VEJA e da Mercedes-Benz caminhões.

Grupo Abril

PROFISSÃO: CAMINHONEIRO-OLHEIRO

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Um empresário paulista teve uma ideia simples e poderosa: usar sua frota de caminhões que roda pelo Brasil para encontrar craques escondidos pelo país

Texto TIAGO CORDEIRO Fotos ALEXANDRE BATTIBUGLI E JOÃO CASTELLANO

O MENINO TEM JEITO COM A BOLA. Treina numa escolinha no interior, costuma ser escalado como titular. O treinador, os pais, todos acham que ele pode ter um futuro brilhante nos gramados dos maiores estádios do planeta.

Eis que aparece na região um dos caminhoneiros do empresário paulista Silvano Vieira da Silva. Ele aproveita uma folga para assistir a um dos treinos ou é procurado por moradores da região. Por onde esses motoristas passam, a notícia se espalha: eles não são só caminhoneiros. São também caça-talentos de jogadores de futebol.

É o patrão, Silvano, quem entra em contato com os meninos localizados pelos caminhoneiros-olheiros. Ele conversa com a família e fecha um acordo: leva o garoto até São Paulo, onde coloca o menino para participar de peneiras de talentos. Primeiro tenta em algum grande clube da capital, Corinthians, Palmeiras ou São Paulo, ou o Santos, no litoral. Se não funcionar, encaminha para times tradicionais do estado, como a Ponte Preta, de Campinas, o Ituano, de Itu, o São Bento, de Sorocaba, ou o Mirassol.

Em cada um desses lugares, o aspirante a profissional passa uma semana, treinando e jogando, observado pelos especialistas de cada um dos clubes. Teoricamente, os pais dos jovens também podem levá-los e pedir uma avaliação, mas os empresários já conhecidos da diretoria costumam ter mais credibilidade. É o caso de Silvano. “Quando eu levo o garoto, o clube sabe que eu acredito no talento dele”, diz.

Se o adolescente for aprovado em qualquer um dos lugares e quiser tentar uma carreira como jogador, Silvano assume como empresário. Ele é credenciado na função pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e dá continuidade à carreira dos garotos até que eles completem 18 anos. Dali em diante, se o jovem, de fato, resolver se profissionalizar, Silvano então abre mão da função e indica outros empresários para o garoto, pois o tamanho do investimento (e dos riscos) aumenta.

“Hoje tenho jogadores nas categorias de base do Palmeiras, do Guarani, do Santos e do São Bernardo”, diz o empresário. Um desses atletas é Fernando da Silva Sampaio, maranhense de 18 anos, filho de pai caminhoneiro e mãe tapioqueira, descoberto em Goiás e hoje atleta do Guarani.

Grupo Abril

VIDA DE SACRIFÍCIOS

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O pai de Fernando vive em Jataí, Goiás, e percorre rotas para o Brasil inteiro – com exceção do Rio de Janeiro, para onde se recusa a ir desde que seu caminhão foi alvejado por tiros. Quando segue em direção a Porto Alegre, ele sempre dá um jeito de parar em Campinas, na beira do centro de treinamento do Guarani. “Eu encontro com ele, nós almoçamos juntos, colocamos o papo em dia e ele segue viagem. Já mata um pouquinho a saudade”, diz o garoto.

“Aproveito para mandar para os meus irmãos algum presente, uma chuteira, uma camisa de treino. Eles também gostam muito de futebol.” São dois irmãos, mais velhos, que trabalham como motoristas de aplicativos. Nenhum deles vive de dirigir caminhões, mas todos sabem conduzir veículos de grande porte. Os três já viajaram pelo Brasil com o pai diversas vezes.

Fernando é meia-atacante e disputou a Taça São Paulo de Futebol Júnior deste ano. Começou a jogar aos 9 anos e foi identificado pessoalmente por Silvano. Desde então, foram quatro anos circulando por times como Paraná Clube, Palmeiras, Mirassol e Guarani. Passou bastante tempo na categoria de base do São Paulo e, no Guarani, já está em sua segunda estadia. É uma vida difícil, e Fernando evita apostar todas as fichas na bola. “Neste ano fiz Enem, no próximo ano quero começar uma faculdade de Educação Física. À noite, estudo inglês.” É o tempo que ele tem para estudar, porque os treinos tomam todo o seu dia.

“É uma vida de sacrifícios”, diz Silvano. “Muitos garotos talentosos não se tornam profissionais porque desistem.” Afinal, eles precisam passar a adolescência enfurnados em alojamentos, treinando dia e noite. A partir de 14 anos, a legislação permite que eles durmam nas instalações fornecidas pelos clubes. Os pais – e, quando eles estão longe, os empresários – respondem pela integridade dos garotos, que não podem deixar os centros de treinamento sozinhos depois das 20h. Aliás, diz o empresário, dificilmente o torcedor vai encontrar, nos maiores estádios brasileiros, um menino que começou a carreira depois dos 14 anos. “Essa fase é decisiva, é quando ele aprende a se posicionar em campo. É também nesse momento que o preparador físico ensina a usar a força e a prevenir lesões.”

OLHAR TREINADO

O empresário e dono de transportadora Silvano é ex-caminhoneiro, nascido em Ivaiporã, no Paraná. Atualmente vive em Itu, em São Paulo, e mantém, há 20 anos, sua transportadora de caminhões-cegonha em Sumaré, nos arredores de Campinas. Ele não depende apenas de seus funcionários para encontrar talentos: de carro, viaja para assistir a treinos e jogos de torneios regionais. Ele diz que seus motoristas se empolgam quando veem um talento e treinam para dar indicações cada vez mais técnicas do que passionais.

“Não basta bater bem na bola ou driblar com qualidade. Em aspectos como disciplina tática e força física, é preciso ter um olhar treinado para identificar um garoto que tem futuro”, explica. Por isso mesmo, diz o empresário, por mais esforçados que seus olheiros de estrada sejam, não é simples fazer com que um jovem identificado por eles faça carreira.

Isso não significa que os motoristas e olheiros desistam. Eles continuam apresentando para Silvano, com frequência, garotos que vivem nos rincões e sonham em seguir carreira fazendo a alegria dos torcedores. O empresário, ele mesmo um apaixonado por futebol, acolhe os garotos, fornece orientação e os coloca em contato com grandes clubes de São Paulo. Quem sabe, com muita disciplina, do caminhão não apareça algum craque como Neymar? É difícil, mas pode acontecer, diz o empresário. “Alguns garotos que eu orientei hoje são profissionais e jogam no exterior.”

EXPEDIÇÃO VOZES DO FUTEBOL

A Mercedes-Benz está rodando as 5 regiões  do Brasil para escutar grandes histórias  da maior paixão nacional: o futebol

Trecho 2: Campinas --> Goiânia

O Atego, caminhão mais resistente do Brasil, completou mais um trecho de uma grande jornada pelo país. Acompanhe a riqueza e os detalhes dessa história nas páginas e redes sociais de VEJA e da Mercedes-Benz Caminhões.

"Já rodei o meu país inteiro"

A Expedição Vozes do Futebol, enfim, desembarca em seu último destino: a cidade de São Gonçalo, no Rio de Janeiro. O comboio completou, assim, a volta por todas as regiões do país, encontrando e contando histórias de futebol e de estrada.

Depois da passagem pelo Espírito Santo, a equipe se preparou para pegar mais um trecho da BR-101, a companheira de vários momentos do trajeto Norte-Sul da Expedição. O Atego saiu de Cariacica por volta das nove horas da manhã em direção ao Rio de Janeiro. Nessa região, a estrada em boas condições permitiu uma viagem sem problemas. O dia estava nublado, mas sem chuvas.

As montanhas de pedra, que começamos a ver na divisa entre Minas Gerais e Espírito Santo, deram as caras mais uma vez, bastante forradas por uma vegetação bem verde. No entorno, plantações de banana também figuraram na paisagem.

Já perto do destino final, as bananeiras deram espaço para a pecuária. O Atego pegou, enfim, a RJ-104, com muito trânsito, para chegar à noite em São Gonçalo, o último destino do comboio. Onde, mais um grande evento foi realizado em um de nossos concessionários.

Para fechar a Expedição Vozes do Futebol com chave de ouro, uma curiosidade: nesse trecho, a Expedição passou por Cachoeiro do Itapemerim, cidade capixaba com cerca de 200 mil habitantes – e um filho muito especial: Roberto Carlos.

E, entre tantos sucessos, o Rei dedicou uma música para celebrar a vida e a rotina dos caminhoneiros do Brasil:

Eu sei, 'to correndo ao encontro dela

Coração 'tá disparado

Mas eu ando com cuidado

Não me arrisco na banguela

Eu sei, todo dia nessa estrada

No volante eu penso nela

Já pintei no pára-choque

Um coração e o nome dela

Já rodei o meu país inteiro

Como bom caminhoneiro

Peguei chuva e cerração

Quando chove o limpador desliza

Vai e vem no pára-brisa

Bate igual meu coração


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Parada: São José dos Pinhais

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Futebol na cabeça

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Resiliência, substantivo feminino

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Campineiros e boleiros

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Expedição Vozes do Futebol em Fortaleza

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Expedição Vozes do Futebol em Aracaju

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Caminhão na estrada, cliente feliz

A Expedição Vozes do Futebol, que percorreu mais de 10 mil quilômetros de estradas pelo Brasil, estacionou nas concessionárias Mercedes-Benz para ouvir os clientes sobre o atendimento pós-venda da marca


Texto HENRIQUE SKUJIS  Fotos JOÃO CASTELLANO


ELAS APARECEM PELA JANELA DO ATEGO 2430. Passam tranquilidade e a certeza de que, se precisar, estão ali para ajudar. Nos mais de 10 000 quilômetros de estrada vencidos pela Expedição Vozes do Futebol, as concessionárias Mercedes-Benz foram companhia frequente. Todas preparadas para receber o caminhoneiro.

A Mercedes-Benz conta com 173 concessionárias espalhadas por todos os estados do Brasil – é a maior rede do país. A Expedição estacionou em muitas e encontrou clientes que foram conhecer a linha Atego. Ficou clara a relação de confiança vital entre cliente e concessionária.

Em Vitória da Conquista, na Bahia, conversamos com Maycom Johny, gerente da frota da comercial Moitinho, empresa de transporte de ração. “Nosso vínculo com a Conveima é muito forte, uma relação muito saudável”, disse Johny sobre a concessionária da cidade baiana. Entre os elogios, destaque para o os planos de manutenção. São quatro, desde o Best Basic, que já engloba o cuidado com diversos itens como filtros de ar e de óleo, ao Complete, que cobre uma série de partes do motor, dos eixos e do chassi.

Já Aniceto Cesconeti, proprietário da CV Alimentos, transportadora de hortifrútis em Cariacica, no Espírito Santo, frisou sua facilidade em conversar com a Vitória Diesel, a concessionária da cidade. “Falo com vendedores, com gerentes e com o pessoal da oficina sem burocracia. Isso nos dá uma segurança muito grande”, contou Cesconeti.

Mario Reginaldo Correr, gerente geral do grupo Pirasa, com concessionárias em Campinas, Piracicaba e Limeira, no interior de São Paulo, resume o desejo da Mercedes-Benz: “A ideia é fazer o cliente se sentir em casa e que o caminhão esteja sempre disponível, pronto para rodar. Afinal, caminhão é uma ferramenta de trabalho, não pode ficar parado.” Exemplo disso é o serviço Expresso, que garante agilidade em paradas agendadas pelos clientes. A partir do contato, é reservada uma vaga, um mecânico fica à disposição e os materiais necessários para o serviço são separados. O serviço permite liberar o caminhão em cerca de uma hora.

Outro ponto elogiado pelos clientes ao longo da Expedição foram as três diferentes famílias de peças ofertadas pela Mercedes-Benz no mercado de reposição. A primeira delas é a de produtos genuínos, fabricados com rigorosos processos para oferecer alta performance, segurança e durabilidade. Tem garantia de 12 meses sem limite de quilometragem. Já a linha Renov conta com 250 peças remanufaturadas pela própria Mercedes-Benz. É comercializada à base de troca, com garantia igual à da peça nova e por preço, em média 40% menor. O cliente deixa sua peça usada do caminhão e recebe outra para sair rodando, reduzindo significativamente o tempo na oficina. A terceira opção é a Alliance Truck Parts, com peças multimarcas e garantia de 6 meses. Tudo para deixar o caminhão na estrada e o cliente feliz.

Revista Exame

EFICIÊNCIA EM TEMPO REAL

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Conectado 24 horas por dia, o sistema Fleetboard ajuda frotistas a reduzir os custos de operação e motoristas a dirigir de forma mais eficiente

Texto MARCIO ISHIKAWA Fotos JOÃO CASTELLANO

Durante os 40 Dias Da expeDição Vozes Do Futebol, o Atego 2430 passou por 15 estados brasileiros em busca de histórias dos profissionais da estrada ligadas ao esporte. Nesse período, o semipesado foi monitorado 24 horas por dia, por mais de 10 000 quilômetros. A Central de Relacionamento com o Cliente (CRC) da Mercedes-Benz sabia não só a sua localização, mas também as condições de funcionamento de seus sistemas em tempo real e se o motorista estava conduzindo o veículo de forma eficiente. Tudo através do Fleetboard, sistema de gestão inteligente de frota da Mercedes.

“Nos segmentos mais exigentes, como aplicações off-road, o Fleetboard proporciona uma redução de até 17% nos custos operacionais do caminhão”, explica Erico Fernandes, Gerente de Vendas e Marketing. Além disso, o sistema também ajuda os motoristas a dirigirem de forma mais eficiente e atua como rastreador e bloqueador. “O gestor da frota tem acesso aos dados e relatórios através de um site seguro na internet ou através de aplicativo para smartphone ou tablet.”

O Fleetboard está disponível em três pacotes principais. O “Economia” faz a gestão de performance do caminhão ou ônibus, com acesso aos dados de consumo, emissão de CO2 e análise da direção do motorista e do nível de dificuldade dos trechos percorridos - subsídios com os quais é possível criar manuais de boas práticas ao volante. Já o “Economia Plus” agrega informes de quando as próximas manutenções preventivas, como troca de óleo ou filtros, precisam ser executadas. O terceiro pacote é o de “Segurança e Rastreamento”, em que o caminhão pode ser bloqueado à distância em casos de emergência.

INTELIGÊNCIA EMBARCADA

Um módulo dedicado faz a compilação de informações de todos os sensores e, em intervalos de minutos, faz a transmissão dos dados criptografadas para a CRC através de um chip GPRS. Mas o sistema vai além do envio de dados. “Há uma inteligência por trás, com algoritmos que fazem as primeiras análises através da combinação de dados”, explica Fernandes. Através das informações do ABS e do motor, por exemplo, o sistema calcula o peso bruto total transportado.

A conectividade é a base para a consolidação de ações práticas em prol do negócio do cliente. “De nada adianta entregar apenas informações, é preciso oferecer soluções”, pondera Fernandes. “O foco é transformar o que se obtém através da telemetria em ações concretas para otimizar a performance, segurança e disponibilidade dos veículos.” Os pacotes complementares refletem esse espírito.

O Telediagnose, lançado em  2017, identifica irregularidades no funcionamento do caminhão. Nos casos mais graves, que podem levar à quebra de outros componentes, a Central de Relacionamento entra em contato com o gestor da frota e encaminha a solução - seja parar imediatamente o veículo ou dirigir-se ao centro de serviço mais próximo. Já a Oficina Dedicada Conectada, lançada em 2018. realiza o monitoramento preventivo e corretivo e ainda faz as manutenções nas próprias instalações do cliente.

EVOLUÇÃO BRASILEIRA

Implementado em 2015, a segunda geração do Fleetboard foi desenvolvida em grande parte aqui no Brasil, no Centro de Desenvolvimento Tecnológico de Ônibus e Caminhões da Mercedes-Benz, em São Bernardo do Campo (SP), e a tecnologia é usada nos caminhões e ônibus da marca em todo o mundo. Atualmente, a equipe de Fernandes trabalha na terceira geração do sistema, que deve ser lançada em 2019 trazendo boas novidades tanto para os gestores de frota quanto para motoristas.


Grupo Abril

A FORÇA DA ESTRELA

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Na Expedição Vozes do Futebol, o Atego superou os percalços das estradas brasileiras e mostrou uma de suas principais virtudes: a robustez

Alexandre Battibugli

A EXPEDIÇÃO VOZES DO FUTEBOL percorreu os quatro cantos do Brasil para conhecer a vida nas estradas e as histórias de caminhoneiros ligadas ao esporte. O Atego 2430 rodou mais de 10 000 quilômetros, passando por 15 estados em 40 dias.

Mais do que a distância em si, o desafio do semipesado foi o de superar inúmeras dificuldades pelo caminho - estradas de terra repletas de pó, lama e buracos, chuva, pedras, valetas e outros obstáculos, além de subidas e descidas. Uma verdadeira prova de força e resistência, tal qual à jornada enfrentada diariamente por milhares de caminhoneiros.

“Em um país com as dimensões do Brasil, é natural que existam muitas estradas de terra. E, com o clima tropical, é inevitável a presença de valetas nas cidades para o escoamento da chuva”, explica Marcos Andrade, Gerente de Marketing da Mercedes-Benz Caminhões, exemplificando alguns dos motivos pelos quais os caminhões são submetidos a grandes cargas de vibração e torção em nosso país. Além disso, semipesados como o Atego são os preferidos para aplicações rurais. “É comum o caminhão entrar no meio da fazenda para carregar a produção e ir até um centro de distribuição nas cidades”, comenta Andrade.

TESTES

Por esses fatores, a robustez é um dos atributos mais importantes no mercado brasileiro. Andrade explica que os testes de desenvolvimento são fundamentais para que o produto  atenda às necessidades dos clientes. “Não adianta vender aqui um caminhão feito para a Europa sem adequá-lo às peculiaridades nacionais.” Segundo o executivo, o conhecimento das estradas brasileiras adquirido pela Mercedes em 62 anos de produção nacional faz toda a diferença.

O Atego, por exemplo, rodou mais de um milhão de quilômetros de testes aqui no Brasil antes de ser vendido. Foram feitas provas de durabilidade estrutural em pista fora de estrada que simulam 500 000 quilômetros de operação real do caminhão, validando a resistência do chassi e da suspensão, e de durabilidade de todo o conjunto, que rodou por várias rodovias, que contemplam amostras de todos os pisos encontrados no país.

EQUILÍBRIO

Além de robusto, um veículo de transporte de carga também precisa ser econômico e oferecer a maior capacidade de carga possível - o principal desafio durante a fase de desenvolvimento é encontrar o ponto de equilíbrio entre resistência e peso. O Atego, além de reconhecidamente forte, possui a menor tara do mercado - em outras palavras, ele pesa menos e, por isso, oferece maior capacidade de carga, que se traduz em mais eficiência e rentabilidade para os frotistas e transportadores.

Já no que diz respeito ao trem de força, a transmissão do Atego nacional mereceu atenção especial dos engenheiros, em função do relevo irregular do país, com ajustes na relação de marchas e também na parametrização eletrônica no caso do câmbio automatizado. Assim, o Atego também oferece um balanço ideal entre a força do motor em aclives e boa velocidade de cruzeiro em trechos planos e economia de combustível.

CAMPO DE PROVAS

A Mercedes inaugurou em maio sua pista de desenvolvimento de caminhões e ônibus em Iracemápolis (SP). São 16 pistas, totalizando 12 quilômetros de extensão, que simulam diferentes tipos de pavimentação e de terra. Para sua construção, um caminhão com múltiplos sensores rodou as principais estradas do Brasil, coletando dados que foram replicados no projeto. Agora, para simular os mesmos 500 000 quilômetros de operação da fase de desenvolvimento, é necessário um trajeto três vezes menor, diminuindo o tempo de testes.

Grupo Abril

O CAMISA 10 DAS ESTRADAS

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A Expedição Vozes do Futebol ouve empresários e caminhoneiros e revela a versatilidade e a robustez do Mercedes-Benz Atego

Texto HENRIQUE SKUJIS Fotos JOÃO CASTELLANO

Nos 40 dias e mais de 10 000 quilômetros encarados pela Expedição Vozes do Futebol, o Mercedes-Benz Atego fez bonito em diversos palcos e com as mais distintas funções. No asfalto ou na terra, com sol ou chuva, em estradas tranquilas ou em caminhos esburacados, o Atego mostrou robustez e versatilidade ao enfrentar missões urbanas e rodoviárias.

Ao longo da nossa jornada, conversamos com dezenas de empresários que escolheram o caminhão semipesado da Mercedes-Benz para levar seus produtos país afora. Ficou a certeza de que o Atego virou peça-chave no pátio de qualquer empresa que precise de um veículo versátil: capaz tanto de circular dentro de cidades quanto de cruzar o país a plena carga.

Sócio da EPCL, empresa de construção de redes de distribuição de energia elétrica da Bahia, Romildo Caires Bonfim decidiu pela compra de 35 unidades do Atego 1719 depois de atestar na prática a robustez do veículo. “Ele vai bem no asfalto, mas também enfrenta estradas de terra com muita tranquilidade. Nossos motoristas estão muito satisfeitos”, conta.

Já o empresário Aniceto Cesconeti escolheu o Atego 2430 para compor a frota de sua transportadora de alimentos em Cariacica, no Espírito Santo. Entre os trunDAS ESTRADAS

Ao longo da nossa jornada, conversamos com dezenas de empresários que escolheram o caminhão semipesado da Mercedes-Benz para levar seus produtos país afora. Ficou a certeza de que o Atego virou peça-chave no pátio de qualquer empresa que precise de um veículo versátil: capaz tanto de circular dentro de cidades quanto de cruzar o país a plena carga.

Sócio da EPCL, empresa de construção de redes de distribuição de energia elétrica da Bahia, Romildo Caires Bonfim decidiu pela compra de 35 unidades do Atego 1719 depois de atestar na prática a robustez do veículo. “Ele vai bem no asfalto, mas também enfrenta estradas de terra com muita tranquilidade. Nossos motoristas estão muito satisfeitos”, conta.

Já o empresário Aniceto Cesconeti escolheu o Atego 2430 para compor a frota de sua transportadora de alimentos em Cariacica, no Espírito Santo. Entre os trunfos do modelo, o capixaba destaca a transmissão automatizada de 12 marchas, sem pedal de embreagem. Segundo o empresário, o conforto, potencializado pelo novo colchão e pelo banco com regulagens de altura, inclinação, profundidade e amortecimento, faz o caminhoneiro chegar ao destino descansado. “Sem falar no aumento de produtividade e segurança."

A confiança na marca foi o que fez Francisco Paes Gonzaga optar pelo Atego. Ele foi o primeiro caminhoneiro de Aracaju a levar para casa o modelo. Com mais de três décadas de história nas estradas, seu Chico é “mercedeiro” antigo. “Sempre comprei Mercedes e nunca tive motivo pra mudar”, conta. Hoje tem em sua frota um Atego 2425 e um Atego 2428, usados para transportar carga seca para o Sudeste do país. “É aquele caminhão que você compra e não precisa se preocupar com problemas.”

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O CAMISA 10 DAS ESTRADAS

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A Expedição Vozes do Futebol ouve empresários e caminhoneiros e revela a versatilidade e a robustez do Mercedes-Benz Atego

Texto HENRIQUE SKUJIS Fotos JOÃO CASTELLANO

Nos 40 dias e mais de 10 000 quilômetros encarados pela Expedição Vozes do Futebol, o Mercedes-Benz Atego fez bonito em diversos palcos e com as mais distintas funções. No asfalto ou na terra, com sol ou chuva, em estradas tranquilas ou em caminhos esburacados, o Atego mostrou robustez e versatilidade ao enfrentar missões urbanas e rodoviárias.

Ao longo da nossa jornada, conversamos com dezenas de empresários que escolheram o caminhão semipesado da Mercedes-Benz para levar seus produtos país afora. Ficou a certeza de que o Atego virou peça-chave no pátio de qualquer empresa que precise de um veículo versátil: capaz tanto de circular dentro de cidades quanto de cruzar o país a plena carga.

Sócio da EPCL, empresa de construção de redes de distribuição de energia elétrica da Bahia, Romildo Caires Bonfim decidiu pela compra de 35 unidades do Atego 1719 depois de atestar na prática a robustez do veículo. “Ele vai bem no asfalto, mas também enfrenta estradas de terra com muita tranquilidade. Nossos motoristas estão muito satisfeitos”, conta.

Já o empresário Aniceto Cesconeti escolheu o Atego 2430 para compor a frota de sua transportadora de alimentos em Cariacica, no Espírito Santo. Entre os trunDAS ESTRADAS

Ao longo da nossa jornada, conversamos com dezenas de empresários que escolheram o caminhão semipesado da Mercedes-Benz para levar seus produtos país afora. Ficou a certeza de que o Atego virou peça-chave no pátio de qualquer empresa que precise de um veículo versátil: capaz tanto de circular dentro de cidades quanto de cruzar o país a plena carga.

Sócio da EPCL, empresa de construção de redes de distribuição de energia elétrica da Bahia, Romildo Caires Bonfim decidiu pela compra de 35 unidades do Atego 1719 depois de atestar na prática a robustez do veículo. “Ele vai bem no asfalto, mas também enfrenta estradas de terra com muita tranquilidade. Nossos motoristas estão muito satisfeitos”, conta.

Já o empresário Aniceto Cesconeti escolheu o Atego 2430 para compor a frota de sua transportadora de alimentos em Cariacica, no Espírito Santo. Entre os trunfos do modelo, o capixaba destaca a transmissão automatizada de 12 marchas, sem pedal de embreagem. Segundo o empresário, o conforto, potencializado pelo novo colchão e pelo banco com regulagens de altura, inclinação, profundidade e amortecimento, faz o caminhoneiro chegar ao destino descansado. “Sem falar no aumento de produtividade e segurança."

A confiança na marca foi o que fez Francisco Paes Gonzaga optar pelo Atego. Ele foi o primeiro caminhoneiro de Aracaju a levar para casa o modelo. Com mais de três décadas de história nas estradas, seu Chico é “mercedeiro” antigo. “Sempre comprei Mercedes e nunca tive motivo pra mudar”, conta. Hoje tem em sua frota um Atego 2425 e um Atego 2428, usados para transportar carga seca para o Sudeste do país. “É aquele caminhão que você compra e não precisa se preocupar com problemas.”

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O CAMISA 10 DAS ESTRADAS

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A Expedição Vozes do Futebol ouve empresários e caminhoneiros e revela a versatilidade e a robustez do Mercedes-Benz Atego

Texto HENRIQUE SKUJIS Fotos JOÃO CASTELLANO

Nos 40 dias e mais de 10 000 quilômetros encarados pela Expedição Vozes do Futebol, o Mercedes-Benz Atego fez bonito em diversos palcos e com as mais distintas funções. No asfalto ou na terra, com sol ou chuva, em estradas tranquilas ou em caminhos esburacados, o Atego mostrou robustez e versatilidade ao enfrentar missões urbanas e rodoviárias.

Ao longo da nossa jornada, conversamos com dezenas de empresários que escolheram o caminhão semipesado da Mercedes-Benz para levar seus produtos país afora. Ficou a certeza de que o Atego virou peça-chave no pátio de qualquer empresa que precise de um veículo versátil: capaz tanto de circular dentro de cidades quanto de cruzar o país a plena carga.

Sócio da EPCL, empresa de construção de redes de distribuição de energia elétrica da Bahia, Romildo Caires Bonfim decidiu pela compra de 35 unidades do Atego 1719 depois de atestar na prática a robustez do veículo. “Ele vai bem no asfalto, mas também enfrenta estradas de terra com muita tranquilidade. Nossos motoristas estão muito satisfeitos”, conta.

Já o empresário Aniceto Cesconeti escolheu o Atego 2430 para compor a frota de sua transportadora de alimentos em Cariacica, no Espírito Santo. Entre os trunDAS ESTRADAS

Ao longo da nossa jornada, conversamos com dezenas de empresários que escolheram o caminhão semipesado da Mercedes-Benz para levar seus produtos país afora. Ficou a certeza de que o Atego virou peça-chave no pátio de qualquer empresa que precise de um veículo versátil: capaz tanto de circular dentro de cidades quanto de cruzar o país a plena carga.

Sócio da EPCL, empresa de construção de redes de distribuição de energia elétrica da Bahia, Romildo Caires Bonfim decidiu pela compra de 35 unidades do Atego 1719 depois de atestar na prática a robustez do veículo. “Ele vai bem no asfalto, mas também enfrenta estradas de terra com muita tranquilidade. Nossos motoristas estão muito satisfeitos”, conta.

Já o empresário Aniceto Cesconeti escolheu o Atego 2430 para compor a frota de sua transportadora de alimentos em Cariacica, no Espírito Santo. Entre os trunfos do modelo, o capixaba destaca a transmissão automatizada de 12 marchas, sem pedal de embreagem. Segundo o empresário, o conforto, potencializado pelo novo colchão e pelo banco com regulagens de altura, inclinação, profundidade e amortecimento, faz o caminhoneiro chegar ao destino descansado. “Sem falar no aumento de produtividade e segurança."

A confiança na marca foi o que fez Francisco Paes Gonzaga optar pelo Atego. Ele foi o primeiro caminhoneiro de Aracaju a levar para casa o modelo. Com mais de três décadas de história nas estradas, seu Chico é “mercedeiro” antigo. “Sempre comprei Mercedes e nunca tive motivo pra mudar”, conta. Hoje tem em sua frota um Atego 2425 e um Atego 2428, usados para transportar carga seca para o Sudeste do país. “É aquele caminhão que você compra e não precisa se preocupar com problemas.”

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EXPEDIÇÃO VOZES DO FUTEBOL

Confira o vídeo de lançamento deste projeto que conquistou os campos e estradas do Brasil.

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A Expedicão Vozes do Futebol já começou e em breve você irá conferir todas as aventuras aqui.

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